Resenha

RESENHA DO FILME || DAY OF THE DEAD – BLOODLINE

Olá Nossos Devanienses( And Bloodine )!

 

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Para começar, deixem dizer-vos algo sobre esta imagem : Ele parece um palhaço sinistro! Aqueles palhaços assassinos que assombram as noites das criancinhas nos filmes de terror (ou pseudo-terror).

Este filme não está na lista da Netflix que eu criei, eu sei. Porém, eu estava na Netflix há procura na categoria de filmes independentes e este (não me perguntei o porquê) chamou-me à atenção. Foi escolhido.

A protagonista foi tratada como protagonista, basicamente. Não, não fariamos melhor. Mas o certo é que no início eles partiram os vidros para morderem as suas vítimas, mas quando era a vez da protagonista, eles não partiram o vidro. Como assim? Sem protagonista não há filme, eu sei.

 

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E depois tratam um dos zombies como diferentes. Fez-me lembrar um filme do género que não mataram um Zombie, porque ele era bonzinho e apaixonado (E tinha sido vegetariano em humano o que fazia com que o vírus fosse mais lento). Não, não estou a incentivar ao vegetarianismo. A saúde é vossa e vocês é que têm de tratar dela. Além disso, Zombies não existem.

Um pouco mal feito, mas até prende. Não é daqueles filme que se desiste a meio. É só um pouco mal feito.

Tem o pormenor das sobrancelhas maquilhadas da protagonista. Como assim?

 

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E tem esta menina tão linda e fofa que faz juz ao nome da personagem : Lilly. E também não lhe acontece nada. Passa pelo meio dos zombies na boa. É salva pelo “Palhaço Psicopata”. É na boa.

É um filme um pouco à toa, mas giro.

Bloodline. O que se pode dizer? É um filme de Zombies, não é mesmo? O sangue é um pouco exagerado. Esse é um dos pontos da má construção. Mas vê-se. É um remake e como tal, torna-se desnecessário. Não sou nada fã de remakes, pois tiram a essência do original. Um exemplo é o Halloween que no remake não se entende que a moça que não mata é a Irmã favorita.

Há pessoas que desaparecem à toa e ninguém repara. Há gritos e ninguém ouve. Só da protagonista, claro.

Beijinhos

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