Resenha

RESENHA DO FILME || O DIÁRIO DUM EXORCISTA – ZERO

Olá Nossos Fabulosos Devanienses ( E Querido Exorcista )!

 

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Sinceramente, esperavamos mais. Muito mais. A parte de dizerem, no início, que é baseado em factos reais, mudaram os nomes das personagem e do local. Vou ser muito franca, achei uma grande treta. Tanta gente que ficou possuída, até o próprio exorcista.

Achei giro que no início o Padre escrevia no computador à medida que ia contando. Porém, não acrescentou nada. Tavez por já haver tantos do género. Tantos e tantos.

Ele é tão bom que até sendo ajudante consegue coisas que o principal não consegue. Não é que seja impossível, mas é muito à filme. Só escapa a Mãe. Aquela Mãe que só manda bitaites. “Eu não te disse? Eu disse-te!”.

 

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As pessoas tentam ajudar o Padre Lucas Vidal e morre. Porém, as pessoas que são possuídas sobrevivem. Como assim?! Usam sempre o Pai dele para o atingir. Ele procurava respostas. Apareceu uma mulher que tinha morrido há quinze anos para lhe responder a essas perguntas. O que deixa perturbado o próprio Filho. Ele próprio achou que era uma brincadeira de mau gosto. Era o mínimo. Terá sido uma ilusão psicológica? Terá sido real? É possível?

Posso confessar, que gostei do final. Gostei bastante. Foi uma mistura interessante. Deu para salvar um pouco o filme. Quem gosta de terror, já viu milhões de filmes do género. É norma que se fique um pouco decepcionado com este filme. Parece mais um. Não tem mesmo nada a oferecer.

 

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Esperamos mesmo que não seja real. Como tinha dito antes, ninguém merece. Ninguém merece mesmo. Eles usaram a parte da crucificação de Jesus Cristo. Como assim?! Crucificaram dois possuídos numa cruz. Parece aquele paranoia do México que fazem na Páscoa. Para nós não passa de paranoia. Foram longe de mais. Esperamos mesmo que não tenha acontecido. Perturbador, sem dúvida. Porém, é um filme razoável para quem tinha tanta expectativa nele. Principamente por ser brasileiro. Até porque os brasileiros acreditam muito nisso. Logo esperava-se que transmitisse isso.

Talvez um pouco forçado. Não é um filme um mau, nunca. Mas também não é um filme fabuloso. Não fariamos melhor. Mas é básico. Dariamos três numa escala de zero a cinco. Houveram cenas forçadas. Qualquer coisa, os possuidos reviram os olhos. Como assim?!

É bom quando nos esforçamos para fazer uma produção independente. Com baixo orçamento. Ser multifacetado. Estão de parabéns. Têm todo o mérito. Porém, tinhamos expectativas bem mais altas. Talvez simplesmente por ser um filme brasileiro. Sim, é verdade que o Terror Japonês é o top. Não há melhor. Mesmo assim, foi muito melhor do que os filmes do género que vimos feitos em Portugal. É verdade. O “Coisa Ruim”, por exemplo. É mesmo uma coisa ruim. Acho que foi a única tentativa fahada que eu vi do género que fosse realizado em Portugal. Acho que a partir do “Coisa Ruim” desisti.

É interessante para um final de tarde de Domingo.

Beijinhos

 

Resenha

Resenha Do Livro || Blackbook

Olá Nossos Devanienses ( E Blackbook )!

 

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Adorei conhecer este humorista. É pesado, não o nego. Porém, não é para levar a sério. Em nenhuma altura. Gostei da frase que as pedras que ele encontra no caminho, ele guarda para atirar as pessoas que escrevem frases feitas no Facebook.

São piadas muito negras e exageradas. É mesmo um blackbook. Muito negro. É de morrer a rir. Quem levar a sério, vai-se ofender bastante. Mas bastante mesmo. Tem piadas impróprias? Tem piadas impróprias. Mas é a marca dele. Deve ser respeitados. É o trabalho dele.

 

 

Esta é cara que se tem quando se diz que vai trabalhar em Portugal como humorista. País chato e sem humor. Pronto, escrevi. As piadas dele não podem ser lidas por todos. Tem que ser mesmo selectivo. Nem todos irão ler e respeitar o trabalho dele. Basicamente é isto.

Nem todos sabem o significado de respeito pelo trabalho alheio. Há quem diga que nem é trabalho, nem muito menos uma profissão. Isto remete ao último paragrafo da sinopse: Se lês para te ofenderes és uma abécula.

Beijinhos

Resenha

Resenha Do Livro || Procura-se Diamante Para Relacionamento Sério

Olá Nossos Devanienses ( E Diamante Sério Da Vida )!

 

Primeiramente, devo dizer que não gostei. Acontece, não é mesmo? Achei bastante parado. Ainda tentei dar várias hipoteses ao livro, mas não consegui ler mais de trinta páginas. É sério. Ficou perdido na minha mala por semanas. Não me dava vontade nenhuma de ler. Cada página era um sacrifício. E eu adoro ler.

Talvez não esteja virada para este tipo de leituras. A estória parecia muito aborrecida de se ler. Muito mesmo. Era muito blablabla. Não era o que eu estava a espera. Esperava uma estória à moda da Sophie Kinsella. Muita risada. Não foi o que aconteceu. Volto a referir que talvez não estivesse no espírito certo. É possivel.

Não pareceu nada com o “Diabo Veste Prada”, no sendo de ser a mesma escritora. Ainda não li, tenho ali o livro, mas não o vou ler tão cedo. Gostei do filme, mas fiquei decepcionada, confesso. Quem sabe, daqui a uns tempos. Se o tenho, algum dia tenho de o ler. Pode demorar, mas leio.

Exactamente como o livro do “Marley e eu”. Vi o filme e depois não estava virada para ler o livro. Como o filme do “Menino do Pijama às riscas”. Li o livro, mas não há muita coragem para ver o filme. Chorei nos dois, confesso. Aliás, nos três. No filme do Marley, no livro do Marley e no livro do Pijama.

Basicamente, considerei o livro muito, mas mesmo muito e muito meloso.

Beijinhos

Resenha

Resenha do Filme || A Vida Secreta Dos Nossos Bichos

Olá Nossos Devanienses!

 

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Uma estória bastante querida. Quem nunca pensou ” O que será que a minha gatinha faz quando eu não estou?”. Principalmente depois de se ver o “Toy Story”, não é mesmo?

Max é um cãozinho completamente apaixonado pela sua dona. Ela encontrou-o numa caixa onde dizia “Cachorros grátis”. Uma pratica gira num dia de Sol.

Basta ela sair um minuto que Max já sente saudades. É essa imagem que temos dos cães, não é. Eu, sinceramente, prefiro gatos. Talvez dai simpatizar logo com a Chloe. Para mim é fácil escolher entre um gato e um cão. Não fosse o gato o meu animal favorito.

 

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O melhor de tudo, apesar de ser uma coisa má, é que se juntaram para vencer. Sabiam que sozinhos não o consegueriam. Uniram forças para vencer. Afinal, aquele animalzinho não era mau de todo. Só começaram com a pata errada.

Devo destacar que é uma obra da Universal Picture. Fazem filmes maravilhosos, não podemos negar.

Nova Iorque é conhecida como uma cidade que não tem animais vadios. São todos levados nas carrinhas para os canis. O que é pior? O que é melhor? Não sei. Claro, que os humanos tivessem mais consciencia. Tirando isso, sabemos que, dum modo geral, as condições dos canis não sâo as melhores. Derivado a vários e extensos factores.

 

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Apesar de Chloe parecer a mais distante, é a que diz as coisas certas nas alturas certas. A que tem aquela atitude que diz própria dos gatos, mas corta padrões quando é preciso.

Um gato é sempre um gato. E os gatos são amigos, embora digam o oposto. Amigos e fieis. Os gatos ajudam sempre na piores situações.

Tem situações muito engraçadas e divertidas. Próprio para toda a família. Num serão de chuva. Recomendamos.

Beijinhos

 

 

Resenha

Resenha Do Filme || Amor.Com

Olá Nossos Queridos Devanienses (E Amor.Com )!

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À primeira vista, parece mais uma comédia romântica. Sob este ponto de vista, é surpreendente o facto de eu afirmar que fiquei emocionada com o filme. Apesar disso, não é tão surpreendente para vocês, visto que até filmes de terror podem-me emocionar. Mas, o Amor. Com foi um filme que me tocou bastante. Da mesma forma que outros filmes, não acho que seja. Talvez pelo facto de eu estar no mesmo Mundo que ela representa, talvez tenha mais sensibilidade em relação à dor que ela representa. Faço-me entender?

Ela passa por várias coisas que é normal quem está neste Mundo pode passar a qualquer momento. Definitamente, tem uma grande lição para quem a quiser aprender. Uma grande lição mesmo. As entrelinhas têm muito a revelar. De antemão posso revelar este pormenor para quem ainda não viu o filme. Talvez por pensarem que é mais uma comédia romântica. Talvez por não saberem da existência. Talvez.

Sob o mesmo ponto de vista, a Vlogger mostrou o seu lado mais sensível e que a maioria das coisas que fazia era para conseguir que o seu trabalho desse frutos. É incrível este desabafo. 

 

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Desta forma, devo confessar que só me lembro dela pela profissão, do nome dele (Fernando) e da Irmã dela (Roberta). O nome dela não me lembro. Não me lembro de todo. Porém, ela foi a que mais me marcou. Mostrou que quanto mais alto estamos, mais pessoas nos querem usar, descartar e falar mal. Obrigada, Sociedade!

Em conclusão, recomendamos o filme. Principalmente, a quem está neste Mundo à parte. Da mesma forma, que talvez seja uma lição para vocês.

Definitivamente, não é mais uma comédia romântica. Antes de mais nada, mostra vários lados deste Mundo. Sob o mesmo ponto de vista, é um filme brasileiro. Desta forma, como sabemos, o Brasil tem mais respeito por este Mundo. Duma certa forma, deveria ser o Brasil a conquistar-nos. Faço-me entender? Definitivamente, eles dão valor. Eles sabem que dá trabalho. Se fosse assim tão fácil como pintam, não haveriam tantos blogs e canais abandonados.

Sinultaneamente, eles brincam. Eles fazem com que pareça simples. Mas ela chora. Ela sente. Ela afirma que para estar neste Mundo temos que está sempre a sorrir e bem-disposta. Então, é mesmo fácil? Claro que não.

Beijinhos

Resenha

Resenha Do Filme || Les Affamés

Olá Nossos Devanienses ( e Les Affamés)!

 

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É mais um filme de Zombies? É mais um filme de Zombies. Porém, vale a pena? Porém, vale a pena.

Estes zombies são muito inteligentes. Eles pensam “Não é da minha espécie, logo é comida.”. Exactamente, como pensam a maioria dos humanos. Eles apareciam do nada. Eles eram bastante intuitivos e inteligentes.

A criança misteriosa é muito querida e merece o seu final. Não tocou numa arma durante o filme todo. Apesar de não falar muito, notava-se que era muito inteligente.

 

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Tem uma parte muito emocionante no ínicio. Um dos amigos é mordido. Eles conversam alegremente até ele morrer de vez. Como eu já referi, a Netflix vai acertando. É um filme bem desenvolvido. Não deixa de ser mais um filme de zombies como já referi. Mesmo assim tem os seus pormenores. Pormenores importantes para não tornar o filme chato.

Todas as personagens ficam interligadas, apesar de parecem mais afastadas do que nunca. Na altura de sobreviver, precisamos uns dos outros. Isso é uma realidade que não foi deixada ao acaso.

Um filme que deve ser visto. Não é assustador, mas prende do ínicio ao fim e o ínicio liga-se com o final. Sem dúvida, bem construido.

Beijinhos

 

Resenha

Resenha Do Filme || Verónica

Olá Nossos Devanienses (E Querido Filme)!

 

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Há crianças que começam a ter responsabilidades muito cedo e sonham com um pouco de descontração.

Uns momentos da chamada rebeldia faz parte e, por vezes, sabe bem. Escondem-se segredos que não se contam a mim, a ti, nem a nós. Coisas estranhas começam a acontecer desde que as adolescentes em número impar jogam o tão famoso jogo do copo. Coisas estranhas essas que estranham, mas ninguém quer saber o motivo. Assim é mais fácil.

 

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A que parece mais afectada é Verónica. A miúda de quinze anos que nunca menstruou. Aquela miúda que a freira-enfermeira suspeita que é diabética. Um freira cega. Será que esta cega mulher não vê? Porquê que ela, apesar de cega, olha tão fixamente para Verónica após a brincadeira de mau gosto?

Até Verónica acha estranho algumas coisas, mas ela tem tanto com se preocupar que, simplesmente, só dá o valor do momento. Simplesmente, nem tempo para si própria tem. Para entender o que se passa com ela. Tem de tomar conta de três Irmãos mais Novos. Isso sim. Apesar dos disparates que nem dá valor (Jogo do Copo). Porque para ela foi só isso: Um jogo que mal jogou, porque, supostamente, desmaiou.

 

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Desmaio esse que a Freira-Enfermeira acha que são diabetes ou “alguma defeciência de ferro”, simplesmente, aconselha a comer carne vermelha e descansar. Está bom. Não preocupa mais.

Fenómenos paranormais começam a acontecer e Verónica acha que são disparates das Irmãs. Isso é mais fácil. Dá menos medo. Dá menos em que pensar. Só se tem medo do que se sabe. Inventar desculpas para não se saber é mais fácil a curto prazo.

 

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A Freira cega que olha directamente para o Eclipes, enquanto as três jovens jogam ao Jogo do Copo. Após, olha fixamente, apesar de ser cega, para a que foi mais afectava directamente. Será uma maneira de confundir ou arrepiar o espectador? Uma pessoa cega não tem as atitudes desta freira. E todas atitudes dela não são por acaso. A Freira quase que tira o protagonismo.

A Enfermeira K, a tão querida Enfermeira K, viu o filme primeiro do que eu e a Francisca, e adorou. Acha que vale a pena ver, só acha pena o idioma e que se fosse feito por americanos estava excelente. Nós não tivemos esse problema, a Netflix, deu a opção dublado. Não é que seja a melhor opção, mas é uma opção.

 

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Foi considerado pelo site Tá Fixe como o filme de terror mais assustador na Netflix. Verónica fica estranha. Deixa de ser aos poucos a doce Irmã mais Velha. Não é por acaso. Ninguém quer saber nem do acaso. Só quando coisas mais graves acontecem. E só quando, neste caso, assustam. Até lá consideram uma fase ou até mesmo diabetes.

É filme que arrepia por parecer tão real. Hoje em dia, pequenas coisas são desvalorizadas. Principalmente, neste campo desconhecido.

A televisão que se liga sozinha (Como no filme “The Ring”). O depertador que toca do nada. A luz que pisca (Na Série “Subnatural” era sinal que uma alma se encontrava ali). E as personagens vão desvalorizando (também por conta da idade), o que vai aumentando a tensão e os arrepios dos espectadores. Principalmente daqueles que dizem que vai correr mal. Porque é isso que vai acontecer: vai correr tudo muito mal. Era suposto, não era?

Os filmes ditos de terror e até os que são mesmo de terror têm obrigatoriamente de correr mal para as personagens envolvidas ou para algumas delas.

Suspeitas e mais suspeitas só para alimentarem a tensão. Porque nós só queremos respostas que conhecemos. É mais fácil dizer “Foste tu que ligaste a televisão só para me assustares, porque tinha o teu brinquedo perto dela.” do que “Algo de muito errado está a acontecer e eu não estou a saber lidar.”. A toda a gente ou quase toda a gente acontece isto. É natural. É dessa naturalidade que vêm a tensão do espectador e até o medo. Vamos admitir algo que nos vai fazer sentir medo? Nós temos medo do desconhecido, é natural. A parte do subnatural ainda não está bem clarificada. Dai ser normal ser descartada.

 

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O Irmão mais Novo começa a dizer coisas que Verónica não quer compreender. Ele diz que não foi ela que colocou a àgua mais quente. Ela fica chocada com o que ouve e pede para repetir. Não está pronta para verdade. Se não foi ela, nem foi ele. Quem foi? Ele simplesmente diz que não voltará a fazer chichi na cama. Verónica desvaloriza. Prefere pensar que ouviu mal. Que o Irmão estava a fazer mais uma vez a sua promessa.

Quase ninguém está preparado, conscientemente, para o desconhecido. É mais fácil não acreditar do que valorizar.

 

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Todo o filme é recheado de pormenores. É um filme que merece atenção. É filme que merece ser visto com olhos de ver. Nada é à toa e nada é deixado ao acaso. Alimenta o espectador mais atento. É um filme que pede foco. Não é para ser visto como se um romancezinho de quinta categoria se tratasse. Metade do impacto psicológico está nos pormenores que o próprio filme oferece.

Um filme muito bem trabalhado que merece todo o mérito.

Todos sabemos que quando chamamos por alguém, vivo ou morto, não é só esse alguém que nos vai ouvir. Sabemos disso muito bem. Mesmo assim, desafiamos. Preferimos pensar que só esse alguém nos ouve. Como a Freira Cega diz “Não importa com quem quer falar, mas sim com quem fala.”.

O clima de terror é partilhado durante todo o filme. Não é à toa que Verónica tem um pesadelo tão forte na noite da Sexta-feira treze. Treze de Junho de mil novecentos e noventa e um.

“Ninguém escapa das consequências por ultrapassarem os limites do real e da fantasia.”, diz uma freira numa das suas aulas. Nem esta frase é por acaso.

 

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Verónica volta onde jogou para obter respostas. Respostas essas que tem todos os dias através dos acontecimentos paranormais que lhe têm acontecido. Não é essa a resposta que ela quer. Quer algo que para ela seja mais claro e sem dar medo.

A Freira cega e fumante pergunta, em modo de oferta, se Verónica fuma. Ela diz que não. Ao que a Freira cega responde “Ainda bem.”. A Freira que só é cega dos olhos afirma que nem sempre é preciso olhos para ver.

 

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Quanto mais se quer proteger os outros, menos nos protegemos a nós mesmos. Há coisas difíceis de acreditar. Verónica só queria falar com Pai. Para os mais racionais é pedir muito.

A Freira Cega cega-se a si própria para descobrir que não é preciso olhos para ver. Não se pode meter Deus nisto. Só se precisa de fazer bem o que se fez mal. A resposta, segundo a Freira Cega, está nos livros. “Aquele que não se despede, ficará consigo.”, diz o livro.

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O Detective responsável faz o relatório do dia quinze de Junho de mil novecentos e noventa e um.

Achamos o filme formidável. Cada pormenor chama a atenção de forma inteligente. Sem sustos gratuitos. Quem sabe, até se torne um clássico.

Beijinhos

 

 

 

 

 

 

Resenha

Resenha Do Livro || Jonas Vai Morrer

Olá Nossos Devanienses (E Jonas)!

Devo agradecer pela milésima vez à Chiado pela oportunidade de ler este livro. É delicioso. O mal da maioria dos livros da Chiado é que um é mais maravilhoso do que o outro.

Neste caso específico, dá vontade de sublinhar o livro por inteiro. Se o leitor estiver atento, tem frases magníficas.

 

Confesso que este foi o livro da Chiado que mais escrivinhei. Rodeei e sublinhei de cores diferentes. Fiz uns apontamentos de vocabulários que não conhecia. Além de ser uma aventura recheada, é uma aprendizagem linguistíca. Visto que o autor tem um vocabulário muito rico e brinca com ele. Tipíco dum bom brasileiro.

O próprio escritor brinca connosco. Diz que Jonas vai morrer, sem se quer nos apresentar antes. Dá isso como um dado adquirido e depois lança-nos o seguinte “osso” para nos entreter:

 

E o leitor descarta automaticamente estas mortes. Este escritor sabe usar o dom da palavra e levar-nos pelo caminho que ele quer. Diz-nos logo no título que o sujeito vai morrer. Depois diz-nos do que ele não vai morrer. E assim vai. Agora eu questiono: Era suposto Jonas não morrer? Caso seja suposto, quer dizer que ele não é de todo humano. Visto que os humanos morrem. É um dado adquirido.

Infelizmente, ninguém fica aqui para semente. Athayde já daqui brinca com o leitor. Nós temos de morrer a uma dada altura. É quase banal e todos morremos.  Porém, Athayde coloca as coisas como se fosse algo surpreendente. Depois diz que Jonas não vai morrer disto, disto e daquilo. Podem descartar. O leitor obdiente descarta logo. Questiona-se a cada passo e a cada página quem é Jonas e de quê que ele vai morrer.

Eu digo-vos: vai morrer de estar vivo. Como todos nós.

 

 

Faz um jogo de palavras muito bonito. Isto é um livro! Se não for para brincar com a nossa mente, mostrar-nos um Mundo à parte, para nos dar curiosidade, para quê que serve um livro? Para nada! O propósito do livro é fascinar-nos. Até com coisas banais.

Infelizmente, a morte é banal, pois não passamos de mortais. Logo se alguém nos chama à atençao com isso, é génio literário. É alguém que tem um dom e uma arte que devem ser partilhados. Dar intusiasmo com algo banalíssimo é uma arte.

Amei os pormenores das páginas a preto. O próprio material, nota-se que duma qualidade excepcional. Acho que é o primeiro que tem qualidade de topo. O toque, o relevo, a grossura são excelentes. É um trabalho demasiado perfeito. Digno das letras imprimidas nele.

 

 

Não é à toa que ganhou o prémio de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. Isso sim, não é banal. Desde que se paga no livro, o leitor dá autorização de que o escritor entre na sua mente e Athayde faz isso muito bem.

Curioso? Podes adquirir a obra  por apenas doze euros e comprovares por ti tudo isto.

É livro que deve ser lido. É livro que deve ser aconselhado aos amigos, familiares, conhecidos, desconhecidos e até aos inimigos. É livro que deve ser lido com atenção porque tem bastantes pormenores. Como eu disse a uma colega minha, tem frases tão magníficas que dariam para encher um pote. Sabem aqueles potes onde se colocam os pedaços de folhas com frases? Esses mesmos.

Beijinhos

Resenha

Resenha Do Filme || Vende-se Esta Casa

Olá Nossos Devanienses (E Misteriosa Casa)!

O que se pode dizer? Se ele tivesse comprado o leite (apesar de parecer que era de vaca e faz mal), talvez não tivesse estado no local errada, à hora errada.

Será que a oferta da irmã foi inocente? Será que a irmã é cumplice? Será que eles conheciam o assassino? Seria o Tio?

Muitas perguntas ficaram por explicar. Ou foi um crime perfeito ou vai haver uma sequela.

Confesso que chorei numa parte do filme. Achei que foi a mais intensa.

Tudo se centrou no porão (cave) sem qualquer tipo de explicação. A maioria do filme não teve explicação alguma. Teve bastante mistério não resolvido.

Apareceram os polícias só para dizerem “O problema é vosso. Resolvam-se. Não queremos saber!”. Não voltaram no dia seguinte como prometeram.

O canalizador misterioso. A Vizinha doida. O assassino que sabia que o rapaz usava lentes de contacto. Para ele foi um jogo. Se fosse na cidade não poderia brincar tanto…

Beijinhos

 

Resenha

Resenha Do Livro || Carmilla

Olá Nossos Devanienses!

O texto revela-se com o seu desenvolvimento. Não se torna chato, torna-de interessante, pois o livro dá as suas respostas.

Nós estamos sedentos de mais e mais respostas. Todas dadas ao leitor de forma óbvia.

Tudo é feito duma forma que prende o leitor. Tudo se interliga.

Infelizmente, quando damos conta, estamos no final do livro. Só queríamos mais respostas.

Beijinhos