Resenha

RESENHA DO LIVRO || EM BUSCA DO GRANDE PEIXE

Olá Nossos Devanienses (  E Grande Peixe ) !

 

 

Admite que achei o livro fenomenal. Foi completamente devorado. E como um grande peixe que é, tem várias vitaminas para serem absorvidas. Grandes ideais. Grande conhecimento. É sem dúvida alguma, uma grande partiha.

Como referi tem um grande conhecimento ( vitaminas e minerais deste grande peixe) que só será absorvido por quem quiser. Pensavas que irias ser obrigada? Não, não, não. David Lynch partilha e tu absorves o que quiseres. Não é simplesmente fantástico?

David Lynch serviu-nos o seu grande peixe através dum livro e só o come quem quiser. Tens sede de conhecimento? Mergulha à-vontade!

 

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Fala-nos da importância da metaditação e do seu Projecto. Meditar muda a mente. Gostarias de mudar a tua?

Li-o de forma apaixonada. Sempre com a caneta atrás. Sublinhar, sublinhar, sublinhar. Tudo neste livro pareceu-me importante.

É uma leitrura rápida e fácil. Cada tema é desenvolvido de maneira simples.

Curiosa? Podes encontrar esta obra na Wook por apenas quatro euros e noventa.

Beijinhos

 

 

 

Resenha

RESENHA DO LIVRO || TUBO DE ENSAIO – PARTE II

Olá Nossos Devanienses ( E Querido Ensaio )!

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Acredito que o humor negro é para a vida toda. Faz falta. Um dos representantes desse humor é o Aquariano Bruno Nogueira. A verdade é que há, pelo menos, até à quarta parte. Já vou a meio, logo estou muito bem posicionada. A ver pelo facto que este livro foi editado em dois mil e nove.

Ainda vamos a tempo de ler os outros dois, se as meias que usaste ontem não morrerem amanhã. Deixa aqui nos comentários a situação deste ponto. Se não morreram, eu vou ler na Páscoa passada. Fica combinado. Se morrerem, eu tento ler no meu Aniversário de dois mil e dez para ficar bem lembrado.

Como eu tinha referido, apesar de amar livros, não gostaria de receber mais livros. Já tenho uns duzentos para ler.

 

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Os temas actuais são escritos da forma mais humoristica que pode haver. Um excelente trabalho, sem dúvida. Brinca e sabe brincar. Não é para todos, por isso, coloca-te na filinha do humor negro para ver se consegues um gelado de mentol.

São páginas bem passadas. Páginas que passam a voar. Páginas que encantam. Páginas que distraem.

 

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Humor Negro deve fazer parte da vida, tal e qual aquelas calças mortas que tens no fundo do armário e que não usas há três meses. Eu sei, tens calças mais bonitas. Essas que estás a usar agora, por exemplo. Um arraso!

É um livro fabuloso, sem dúvida.

Beijinhos

 

Resenha

RESENHA DO LIVRO || PEQUENO GRANDE AMOR

Olá Nossos Devanienses ( E Grande Livro )!

 

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Confesso que foi um livro que me emocionou bastante. Sublinhei e rodeei quase o livro todo. Momentos bastante marcantes que só com uma grande dose de ajuda poderão melhorar. Ver melhores momentos.

Simplesmente maravilhoso. Além de me emocionar, como já referi, deixou-me sem palavras. Não existe Filhos de Pais separados ou não. Pelo menos não é isso o importante. Exite sim Filhos Felizes ou não.

 

Fátima Lopes

 

Este livro é uma força para caminhar e ajudarmos os outros na sua caminhada. 

Prepare-te para te emocionares bastante. Esta escritora não deixa ninguém indiferente. Enche-nos de vontade de saber o que aconteceu a Gonçalo e a Estela. Será que algo muda positivamente para elas?

Só torcemos que sim. É apenas uma estória? Sim, mas quantos Gonçalos e Estelas existem? É triste.

A culpa não é serem Filhos de Pais separados ou não. Poderiam ter a mesma dor com os Pais juntos…

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || AMAR DEPOIS DE AMAR-TE

Olá Nossos Queridos Devanienses ( E Quem Devemos Amar )!

 

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Quando arrumei o livro na prateleira dos “já lidos”, reparei que este não foi o primeiro livro que li de Fátima Lopes. Nessa mesma prateleira estava “Amigas Para Sempre”. São coisas que acontecem. Ao menos, não comprei um livro que queria ler há muito tempo e quando o ia a arrumar no móvel dos “não lidos”, reparei que já tinha. Já aconteceu? Já aconteceu. Com o livro “Hannibal”. Acontece às melhores leitoras. Não me deixem sozinha, por gentileza.

Quanto às histórias, adorei bastante. Principalmente as duas primeiras. A terceira adorei, sim, mas não tanto. As duas primeiras são bem empolgantes. Foram as únicas que sublinhei, as caracteristicas de cada um das duas personagens centrais. As caracteristicas do que nunca muda e do que sempre perdoa. Histórias tristes.

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Fátima Lopes tem um dom incrível de amar através das palavras. Amar profundamente. Gostaria de ter oportunidade de ler mais livros da sua autoria.

Como se costuma dizer, os melhores livros são aqueles que já vivemos.

A história que mais me marcou. A histoória que fez-me amar foi a primeira. Uma Professora do Primeiro Ciclo. Uma mulher forte que perdeu as forças graças a um crápula qualquer. Um crápula que nem a ele próprio sabe amar. É triste? É triste.

Vale a pena o dinheiro investido neste livro. É uma viagem.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || GREMELINS

Olá Nossos Devanienses ( E Gremlins )!

 

 

Que dia interessante para falar deste livro. Antes de mais nada : Feliz Dia da Criança! Que haja sempre uma criança divertida, brincalhona e inteligente dentro de vocês todos.

Quanto ao livro, ele é muito, mas mesmo muito fiel ao filme. Ou será ao contrário? Falo assim, porque eu vi o filme há muitos anos e num sabia da existência deste tesouro. Nota-se mesmo que é um tesouro pelo estado apresentado. Tem um cheiro tão, mas tão bom a livro antigo. Adoro!

 

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Não é um ser bem fofinho? Eu acho uma gracinha. Perfeitamente adorável. É pena não se poder dá banho, não é mesmo? E comida depois da meia-noite. Comer é tão importante. Como negar?

A parte da luz já é mais contornável, mas comida e banho… As regras são claras. Se elas existem, têm a sua razão, não é mesmo?

Se eles comem, mutiplicam-se. Não é assim nada de outro mundo. são mais coisinhas fofinhas.

 

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Porém, se a água os atinge, ficam menos bonitos e fofos. Acho que dá para contornar os banhos. Não há mito que diz que os franceses inventaram o perfume para não tomarem tantos banhos. Acho que temos ai a solução.

Perfume. Carradas de perfume. Limpinho, fica um pouco estranho. Mais vale ficar sujo.

Os olhos até parecem doentes. Não vale a pena ficarem assim, não é mesmo?

Beijinhos

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RESENHA DO FILME || THE AMITYVILLE – O DESPERTAR

Olá Nossos Devanienses ( E Pequeno Despertar )!

 

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Dum modo geral, é mais do mesmo. Exactamente como as notícias televisivas. A história é mesma, só mudam os personagens, não é mesmo? Porém, este filme tem toques individuais. Isto é, se for visto isoladamente não é mau de todo. Teria a sua piada se este fosse um único filme. Se vires este filme e não vires o restantes, até podes gostar bastante.

Tem toque. Tem subtileza. O pormenor dos dvd anteriores que sairam de “The Amityville” está bem pensado. Mostra o original, o segundo e o remake. Basicamente, este até brinca um pouco.

Sinceramente, um filme bastaria para contar a história. É “verdade” que muitas famílias foram para ai para “alimentar” as almas famintas. Porém, a todas aconteceu o mesmo. Qual é a necessidade? Uma família tinha uma adolescente, a outra tinha dois gémeos ( um em coma há dois anos), a outra tinha dois meninos e uma menina. E daí? O que muda na casa por causa disso?! “Há tem três Filhos, vamos dar três vezes mais tempo.”. Não é assim!

 

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Não era preciso matar o cão. Como em todos, mesmo que tenha acontecido, não é preciso matar o cão.

Há uma parte que eu acho que é mesmo hilária. A miúda é nova na pequena vila. E um rapaz pergunta se não sabia da história da casa. Quem se importa com pequenas vilas? Porquê que ela haveria de saber? Não faz sentido ela saber.

Numa parte do filmes, eu achei que ela iria perguntar ao Irmão se a culpa era da Mãe. Era só uma Mãe desesperada e preocupada. E claro que os demónios pegam nas coisas más do nosso percurso para nos atirar à cara. Como quem diz “Fizeste isto e aquilo, vais para o Inferno!”. Basicamente, é isto.

Beijinhos

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RESENHA DO FILME || AMITYVILLE – O TERROR

Olá Nosso Devanienses ( E Querido Terror )!

 

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Sim, consideramos mais do mesmo. Dá para passar o tempo. Apelidado de “pequena cidade”, mas o que queriam mesmo era ter assunto para falar e dar almas aos espíritos para pouparem a própria. Básico. Quem tenta ajudar, não se salva, porque “nunca se joga contra a Casa como em Las Vegas.”.

Há mais do mesmo sim, tem um pormenor ou outro que é diferente. Já são mais de seis edições, muito mais. Tem cristais que simbolizam o momento “É a altura de pirar daqui para fora.”. Tem a tipica pesquisa. Tem a eliminação de quem está a mais. Tem o escolhido. Tem amor. Tem amor do princípio ao final.

 

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Não é por nada, mas esta “adolescente” tem cara de trintona. Não “sabe” chorar. Tem o mesmo amor platónico do que outra personagem. Infelizmente, não passou de platónico para as duas. E não, ele não é gay. O que tenta fazer como se fosse terror também tem de ter humor, não é mesmo. Não falta neste blog uma pitada de humor, não é mesmo?

Na parte da construção está bem feito, as personagem ligam-se naturalmente. Não sabem fazer fogo. O fogo é muito computadorizado. Como assim?

Usam crianças para fazerem personagens estranhas. “A minha amiga Rachel mora ai. Não é porque não a vês que significa que ela não está.”. Mesmo assim é soft, acreditem. É subtil. As crianças são o que arrepia mais. Acreditem que arrepiam. É para isso que servem as crianças nos filmes de terror, não é mesmo? 

Beijinhos

 

 

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RESENHA DO FILME || A NOITE DOS MORTOS VIVOS

Olá Nossos Devanienses ( Espero Que Estejam Vivos )!

 

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Há muito, mas mesmo  muito tempo que via esta imagem e não sabia de que filme era. Por mais filmes que visse, nunca encontrava esta criatura. OBRIGADA, NETFLIX! 

Pena ser um remake. Eu, pessoalmente, não gosto de remakes. Tira muita coisa do original. Pelo menos, dos que eu tenho visto, fiquei com essa ideia. Ideias que estavam no original são completamente eliminadas nos remakes. Posso ter visto os remakes errados. Também acontece.

Tem algum cliché? Tem algum cliché. É um pouquinho previsível? É um pouquinho previsível. É demasiado adolescente? É demasiado adolescente. Porém, contudo, apesar disto tudo, no final surpreende. Não vamos dizer o porquê de surpreender, porque não vamos fazer spoiler, mas podemos afirmar que o é.

 

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É um filme que apesar de não nos assustar, surpreendia. Isso é bom.

Adorei o facto que colocarem o nome do cão de “Avô/Grandfather” é bastante carinho e até emocionante. Aquele cão estava ligado aos dois Irmãos como uma espécie de protecção. Se eles acreditavam que o cão possuia a alma do Avô ou se era um nome carinho, não foi referido. Talvez no original falassem disso ou simplesmente não achassem relevante.

Conforme diz na Netflix como apresentação: “Nesta versão do clássico de terror de Sam Rimi, um grupo de amigos descobre um livro malévolo e inadvertidamente liberta um exército de demónios sedentos de sangue.”. Já aqui denuncia que é um remake e que devem haver incansáveis versões. O original é de mil novecentos e oitenta e um.

 

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Um exército de demónios? Não usaram os clichés do costume nesta parte. Tipicamente, não acreditam na miúda, porque está num processo de desentoxicação Porém, isto acontece depois de verem gatos mortos pendurados na cave. Normalíssimo. É mesmo para pensar: “Não vamos sair daqui, porque a miúda está dizer para irmos. Ela só está a ressacar.”. Como assim?

Claro que se eles não ficassem lá, não haveria filme. Se não houvesse amor, não haveria aquele final. Sim, nós sabemos, mas custa a engolir. Custa a engolir, mesmo.

É considerado violento. Cinco almas. Tem simplesmente, muita coisa que não é explicada ou simplesmente não compreendemos. Ou exigimos de mais dum simples filme.

Beijinhos

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RESENHA DO LIVRO || A PUBLICIDADE SEGUNDO O MEU TIO OLAVO

Olá Nossos Devanienses ( E Querida Publicidade )!

 

 

Já é o segundo livro que leio deste escritor. Jonas vai morrer. Achei muito interessante e por isso pedi este que a Chiado me cedeu gentilmente.  Temos muito para aprender com Edson Athayde? Temos muito para aprender com Edson Athayde. Não só sobre pubicidade, mas também sobre a vida.

Foi este escritor e publicitário que fez o anúncio do “Tô xim. É para mim”. Na altura, tinha o nome de Telecel. Actualmente é a Vodafone. Foi em mil novecentos e noventa e cinco. Como o tempo passa! A sério que já passaram vinte e três anos!

Foi inspirado neste livro que escreve este post.

 

 

Tem frases bastante interessantes. Quem quer, aprende todos os dias. Estas frases, para quem lê as entrelinhas, boas lições.

Há mesmo publicidade que não serve para nada. Só existe. Como muita coisa. Só existe.

A leitura é muito viciante e divertida. Exactamente como o livro anterior.

 

 

Adoro o tipo de papel e de folhagem. Adoro as divisões de capítulos. Exactamente como o livro anterior “Jonas vai morrer”! Adorei no outro livro e adoro neste.

Fala de maneira simples de Publicidade. Fala de maneira a que todos os leitores entendam. Não tem liguagem muito técnica. A intervenção do Tio Olavo faz toda a diferença.

Uma boa publicidade é importante. Seja o produto bom ou não. Porém, se for bom ajuda bastante. Porque há bons produtos que não são consumidos, porque não têm uma boa publicidade por trás. Também há produtos que são maus e são consumidos, porque têm uma boa publicidade. Acredito que se o nosso blog tivesse uma boa publicidade por trás (feita por Edson Athayde, quem sabe) chegariamos, no mínimo, ao triplo das pessoas…

Recomendo vivamente!

Beijinhos

 

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RESENHA DO FILME || DAY OF THE DEAD – BLOODLINE

Olá Nossos Devanienses( And Bloodine )!

 

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Para começar, deixem dizer-vos algo sobre esta imagem : Ele parece um palhaço sinistro! Aqueles palhaços assassinos que assombram as noites das criancinhas nos filmes de terror (ou pseudo-terror).

Este filme não está na lista da Netflix que eu criei, eu sei. Porém, eu estava na Netflix há procura na categoria de filmes independentes e este (não me perguntei o porquê) chamou-me à atenção. Foi escolhido.

A protagonista foi tratada como protagonista, basicamente. Não, não fariamos melhor. Mas o certo é que no início eles partiram os vidros para morderem as suas vítimas, mas quando era a vez da protagonista, eles não partiram o vidro. Como assim? Sem protagonista não há filme, eu sei.

 

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E depois tratam um dos zombies como diferentes. Fez-me lembrar um filme do género que não mataram um Zombie, porque ele era bonzinho e apaixonado (E tinha sido vegetariano em humano o que fazia com que o vírus fosse mais lento). Não, não estou a incentivar ao vegetarianismo. A saúde é vossa e vocês é que têm de tratar dela. Além disso, Zombies não existem.

Um pouco mal feito, mas até prende. Não é daqueles filme que se desiste a meio. É só um pouco mal feito.

Tem o pormenor das sobrancelhas maquilhadas da protagonista. Como assim?

 

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E tem esta menina tão linda e fofa que faz juz ao nome da personagem : Lilly. E também não lhe acontece nada. Passa pelo meio dos zombies na boa. É salva pelo “Palhaço Psicopata”. É na boa.

É um filme um pouco à toa, mas giro.

Bloodline. O que se pode dizer? É um filme de Zombies, não é mesmo? O sangue é um pouco exagerado. Esse é um dos pontos da má construção. Mas vê-se. É um remake e como tal, torna-se desnecessário. Não sou nada fã de remakes, pois tiram a essência do original. Um exemplo é o Halloween que no remake não se entende que a moça que não mata é a Irmã favorita.

Há pessoas que desaparecem à toa e ninguém repara. Há gritos e ninguém ouve. Só da protagonista, claro.

Beijinhos