Teorias ou Manias

MULHERES MACHISTAS || ATÉ QUANDO?

Olá Nossos Queridos Devanienses ( E Mulheres )!

 

 

No Instagram do Blog perguntamos sobre o Machismo Feminimo. A triste realidade foi que venceu o “nunca”. O Machismo Feminino já é tão antigo e tão enraizado que infelizmente para muitos não faz sentido acabar. Mulheres que atacam outras em vez de as defenderem, é triste. Muito triste. Torna as Mulheres num ser individual.

Tanto eu como a Francisca também achamos que o Machismo Feminimo nunca vai acabar. Isso é muito grave. Luta-se durante anos pela igualdade de géneros e no final não se defendem, não se levantam. Os homens defende-se entre si, mesmo naquilo que não tem defesa. “Eu não gosto de pessoas com cadastro, mas ele talvez seja inocente dessa situação e não se provou ou já aprendeu com o erro.”. E vindo duma mulher ” Eu não gosto de pessoas com cadrastro, mas ela talvez seja inocente dessa situação e não se provou ou já aprendeu com erro.” é quase um milagre.

Estas Machista preferem defender os homens que não têm defesa do que a outra mulher. Nesta sociedade é mais fácil. Hoje em dia há mais mulheres machistas do que homens. É demasiado triste. Por gentileza, mulheres, vamos defender-nos!

 

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Ouve-se mais mulheres a dizer que a outra mulher não pode do que homens. Por vezes, os homens nem preciso de atacar, porque há sempre uma mulher que faz questão de atacar outra.

E não só nestas situações. Quando na própria casa, a Mãe faz distinção duma Filha para um Filho é muito grave.

Uma mulher que está com dois homens ao mesmo tempo pode ser dividida em duas respostas. Para nós é Solteira. Para os machistas é vadia. Minhas queridas mulheres, qual querem que seja a vossa resposta e mentalidade. Solteira ou vadia? A decisão é vossa.

Beijinhos

Teorias ou Manias

EUTANÁSIA || CONTRA OU A FAVOR

Olá Nossos Devanienses ( E Todos Os Vossos Pensamentos Sobre Eutanásia )!

 

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Fizemos uma sondagem no Instagram do Blog para sabermos se vocês são a favor ou contra a Eutanásia. Como sabem, não foi aprovado, infelizmente.

Vamos por partes. Comecemos pelas regras:

  1. É uma escolha individual. Então, eu não posso dizer que tal pessoa quer muito morrer? Mas ele disse-me. O sonho do Imbecil é morrer debaixo da ponte. Tem de ser ele a dizer? Mas eu sei que ele quer. Ele disse-me. Ele quer.  Não importa, tem de ser o próprio a dizer? Okay.
  2. Pode voltar atrás na sua decisão. Ele pode querer morrer agora e passado cinco minutos não querer morrer? Bom saber.
  3. Tem de ser maior de idade.
  4. Tem de estar em dor extrema e agonia prolongada. Não acham que é um motivo mais do que válido?!
  5. A doença tem de ser incurável e fatal. Além de incurável e fatal e ainda dar dores terríveis, achamos que a pessoa tem o direito de acabar com as suas dores e ir para um local melhor.
  6. A pessoa tem estar mentalmente sã e consciente. Logo não será uma decisão de animo leve. Já por ai deve-se ter um pouco de consideração.

 

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Estamos mesmo confusas. O que pode estar errado nestas regras para ter tanta gente contra? É uma decisão individual. Individual. Sabem o que é?

“Por favor não matem os velhinhos”?! Desculpem?! Só os velhinhos têm direito à Eutanásia? E os idosos? Para mim, velhos são os mal educados. Os idosos são os educados. Não são os maiores de idade? São só os velhinhos que estão em sofrimento extremo com doenças fatais e incuráveis?!  Vocês fazem a ligação da morte assistida só a velhos?!

Há pessoas na casa dos trinta anos no hospital  com uma doença incurável e fatal, cheios de dores, à espera da legalização da Eutanásia para acabarem com o sofrimento que têm.

 

 

Desculpem se vou decepcionar-vos, mas os velhinhos vão morrer na mesma, porque eles não são imortais. Se era essa a vossa tentativa, lamento.

Há um filme chamado “Mar Adentro” que retrata o sofrimento dum homem tretaplégico durante vinte anos. Ele lutou durante vinte longos anos para ter direito a uma morte assistida.

Pessoas que são contra a Eutanásia que é uma escolha individual, como se imaginariam durante vinte anos tretaplégicas? Fica só para pensarem. Vinte anos de forma vegetativa.

 

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Às vezes cuidar, é matar. Estamos a ser egoistas quando sabemos que alguém que gostamos está em sofrimento extremo por causa duma doença e não queremos que ela morra. Infelizmente já passei fase do egoismo e do não egoismo.

Quem ama, respeita. Se aquela pessoa está farta de sofrer com uma doença incurável quem és tu que não tens essa mesma doença para dizeres que ela não pode?!

 

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“Escolhe a vida”. Por vezes a vida está além da vida. E se fosses tu que te dizes contra na pele de quem quer morrer e que corresponde às regras? Poderias ser tu.

É uma morte assistida. É uma morte com dignidade. É uma morte com regras. 

Há regras. Sinceramente, não entendemos o que há para serem contra. Escolher a morte de outro é diferente. Dás um tiro a uma pessoa e a escolha foi tua. Mas a Eutanásia não é isso. O assassinato é uma coisa, a Eutanásia é outra. No caso da Eutanásia, quem morre, agradece. Acreditem que agradece. Uma das regras é que uma escolha individual e andam a fazer debates?! Não faz sentido. Toda a gente tem direito a uma morte digna, natural ou não.

“Somos contra a opção duma pessoa escolher morrer.”. O quê? Ouvimos bem? A vida é da pessoa ou tua? Ficamos sem entender…

Beijinhos

Teorias ou Manias

THE AMITYVILLE || PONTOS EM COMUM

Olá Nossos Queridos Devanienses ( E Vários Pontos Em Comum )!

 

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Como tínhamos confessado antes, só tínhamos visto três filmes de Amityville. Resolvemos ver mais quatro para entender a ligação. Basicamente é exactamente como as notícias do telejornal. A notícia é a mesma, só muda os personagens. Bem, não tão linear.

Visto que em dois tem algo para nos dizer de concreto. Os objectos absorvem a energia do local onde estão. Por vezes não é preciso estar na casa para viver as realidades da casa. É o que acontece no “The Amityville – Uma questão de hora” (este trocadilho é interessante) e em “The Amityville 4”.

Os outros dois que assistimos um era bastante pesado. Referimos ao “The Amityville 2 – A Possessão”. E claro, o Padre nunca tem a autorização dos superiores que desvalorizam tudo. Dizem que ele precisa de descanso.

 

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“The Amityville 3” é mais soft e até os mais cépticos passam a acreditar. Compram a casa por uma pechincha, mesmo sabendo da história. Diz que aquilo são apenas histórias e que faz parte da imaginação rural.

Claro que os animais de estimação morrem. Como se costuma dizer “Of course, yes.”. Num deles apenas sobrevive um, melhor uma: a gata. Como assim?! Querem dar aos gatos a fama de demoníacos. Os gatos são os melhores animais do Mundo!

Devo referir que no “The Amityville 2 – A Possessão”, logo no início sai sangue da torneira da cozinha e a Mãe banaliza. Eu acho que era um belo motivo para fugir a sete pés. O que acham, Produção? Também concordam? Talvez já lhe tenha acontecido antes ou achava que era tinta vermelha da Chuva. Vai-se lá saber.

 

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Há uma parte que talvez tenha servido de referência ao “The Amityville – O Terror”.

O filme que mais me arrepiou dos quatro foi, sem dúvida alguma, o “The Amityville 2 – A Possessão”.

Outra coisa que dá para entender no “The Amityville 3” (ou simplesmente fui eu que entendi assim) as moscas que sempre aparecem simbolizam almas. É um pouco rebuscado? É um pouco rebuscado. Mas foi o que eu entendi.

 

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No “The Amityville – Uma questão de hora”, apesar de entender o final e o relacionamento com o objecto em si, achei forçado e desnecessário. Como assim?! E parece que só a ama se lembra e depois o Filho também se lembra do que aconteceu. Bastante desnecessário.

Dos quatro filmes, dois não tinham animais de estimação, logo não tiveram o alerta para simplesmente ignorarem. Na minha modesta opinião, eles só ignoram, porque a renda é baixa. E porquê que a renda é baixa? Porque não se deve ir para lá! É difícil? Ou acham, simplesmente, que há ratos na canalização? Não há ratos na canalização!

E outra coisa bastante interessante no “The Amityville 3” e “The Amityville 4” é que as personagens secundárias não têm valor nenhum.

 

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É sério! Só uma saída da cave. Não passou para mulher que estava na cozinha. A carrinha começa a ir embora misteriosamente e ela nem o viu sair. Será que ela achou que ele saiu pela janela? Será que ela achou mesmo normal?! O homem foi arranjar os canos e não dizia pelo menos “Está tudo bem, agora.”? Talvez tenha fugido dos ratos da canalização. Não creio, a sério. O filme acabou e o homem da canalização continua morto na cave. Continua lá!

Mais uma vez, quiseram dar à gata um ar de demoníaca, visto que ela apareceu pouco antes do homem da canalização morrer. Não se faz! Os Gatos são só os seres mais incríveis que existem!

No “The Amityville – Uma questão de hora” o personagem assassino era obcecado pela Casa Assassina. Tinha mil e uma casas pequeninas. Autênticas réplicas da casa de Amityville.

 

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Pode acontecer mil e uma coisas que os habitantes resistem à saída. A toalha da sala está estranhamente a tapar a cruz. Super normal. Os pincéis pintam sozinhos a parede. Super normal. Os aparelhos eletrónicos ligam sozinhos. Super normal. Uma miúda acha que o candeeiro é o Pai morto. Super normal. O espelho mostra a nossa imagem a fazer poses que nós não estamos a fazer. Super normal. Nós aventuramo-nos a jogar o jogo do copo no sótão da casa e ele simplesmente roda sozinho. Super normal. Pregos nas janelas como recepção de boas-vindas. Super normal.

Não vi nada mais normal na vida. Tão normal que eu fugiria a sete pés, mas isso sou eu. Eu fugiria, mas isso sou eu. Se quiserem ficar e esperar mais coisas super normais, estejam à vontade. A casa é vossa, não é mesmo? A renda é baixa. Qual é o mal? Vão buscar as pipocas com açúcar e canela.

Mais vale ser chamado de louco por fugir da casa ao mínimo barulho estranho do que ser chamado de louco por matar a família inteira e culpar a casa. Pelo menos, o primeiro é um louco mais saudável.

 

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No “The Amityville 2 – A Possessão” os pincéis pintaram sozinhos as paredes. Por baixo escreveram que eles desobedeceram aos Pais e chamou-lhes de porcos. As crianças tinham no máximo três e seis anos. A escrita estava perfeita e sem erros. O Pai achou que tinham sido eles a escreverem. Como assim? Só a Mãe teve um pouco de raciocínio para entender que as crianças não era capazes de escrever tal frase, muito menos sem erros e com aquela letra. Na minha percepção, o Pai só ficam irritado, porque eles disseram que foram os arbustos que fizeram aquilo.

Uma lição para a vida: Se os seus Filhos de três e seis anos dizem que quem fez o desenho na parede e escreveu nela foram os arbustos, fuja dessa casa! Fujam com vontade.

 

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Sinceramente encontramos um ponto muito em comum entre os quatro filmes: Eles deveriam ter fugido a setes pés à primeira coisa estranha que aconteceu.

Resumidamente, vimos o The Amityville 2, 3, 4, Questão de Tempo que repesenta o 6, Horror, Terror e Despertar. Ainda faltam alguns, realmente. Principalmente o “The Amityville Christmas”. Um dia, talvez. Um dia.

 

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Beijinhos

 

Teorias ou Manias

UM POUCO DE EDUCAÇÃO || POR GENTILEZA

Olá Nossos Devanienses ( E Quem Tem Educação )!

 

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Para começar, há pessoas que não sabem distinguir “Educação” de “Formação”. A Educação vem de casa. A Formação vem da Escola. Esperamos que a partir de agora seja claro. Os Professores têm de Formar o aluno ( se ele quiser) e não educar.

Quantas vezes segurou a porta para alguém passar e essa pessoa nem um agradecimento deu? Para ela, é a sua obrigação segurar a porta para ela passar. Normalíssimo. Dá vontade, de espetar a porta na cara, pode ser que fique agradecido. Depois iríamos ter problemas com a Polícia e teríamos de pagar a assistência médica. Resultado: Iria continuar a rir-se de si. Ser mal-educado, infelizmente, não é crime (Nem escrever mal, acto que ofende a Língua Portuguesa).

Há pessoas que não têm no seu vocabulário “Obrigada” (Ou “Obrigado” se for homem ), “por favor”, “desculpa”. E só dizem contrariados e nem assim. A Sociedade está cada vez pior. Cada vez mais mal-educada. Infelizmente, é esta a verdade. Escusam de dizer que é falta de sapatadas quando eram novos. Isso nunca foi bom para quem recebe. Nunca foi bom receber um estimulo negativo. Há pessoas que levaram essas mesmas sapatadas e são super mal-educadas e resolvem tudo com violência. E há quem nunca tenha levado uma e até razoavelmente educado.

 

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E nos transportes públicos é uma má educação que não se aguenta. Principalmente no Metro do Porto. Entram no metro e perdem a noção de espaço pessoal. E ainda se acham com razão. Depois há pessoas que preferem ir na parte de fora do metro ( Estamos a ser irónicas). As coisas são simples: Não conhece a pessoa ao lado, não se encosta. É simples, não é? Digam lá em coro que é simples. Lindos meninos! São mesmo os melhores! A próxima imagem esperemos que seja muito útil para quem adora está colado a desconhecidos:

 

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Infelizmente, só aprende quem quer. Esperamos que o Metro do Porto, um dia, seja como o de Lisboa. Esperamos, sinceramente. Sem muita esperança, claro.

E nas lojas também o caos da má educação. Chegam à loja um minuto antes de fechar e saem meia hora após o fecho sem levar nada. Ainda fazem aquele ar de gozo como quem diz “É a sua obrigação”. E se a funcionária diz alguma coisa, ficam super ofendidos e algumas até fazem queixa da funcionária e só ficam contentes se ela for despedida. Porque elas querem por o pão na mesa, mas os outros não podem.

“Se não me quer atender, vá-se embora. Há muita gente que quer trabalhar.”. Como fizesse parte do trabalho “Aturar a má educação dos clientes e estar horas extras sem receber só porque o cliente se lembrou de entrar cinco minutos antes do fecho.”. Deve estar no contracto. Não, o cliente não tem sempre razão. O cliente não tem o direito de brincar com o trabalho do funcionário e pensar que é rei e senhor. “Sou eu que pago o seu ordenado, não sou obrigado a ser bem educado.”. Sim, é obrigado a ser bem educado e não, não paga o ordenado.

 

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Deveria ser mais caro para quem é mal educado. Ninguém tem de levar com a sua má educação! 

É por isso mesmo que detesto dar informações na rua. Por vezes são perguntas que estão a resposta à vista. Incomodam e nem um “Bom dia”, nem “Obrigada”. É a sua obrigação dar a informação. Detesto coisas unilaterais. Se a pessoa está a ler é quando vêm incomodar. Na cabeça deles, ler faz mal e é perda de tempo.

Já me aconteceu estar na Estação de Comboios e virem ter comigo quando eu estava a ler para perguntar se aquele era o lado do comboio que ia para São Bento. Nem um cumprimentos, nem por favor. Adivinhem só. A resposta estava na placa a frente. Saturante. Aquele gostinho de incomodar. E era uma pessoa que sabia ler. Eu digo logo “Não sou de cá.”. Até na minha terra, o Porto. Até quando me perguntam as horas a resposta é a mesma. Sei lá se é um assalto. Pior, é pedirem informação e ainda tocarem no ombro ou no braço. Sinto-me mesmo incomodada. E por vezes perde-se o transporte com esta brincadeira. O metro não espera por um minuto. Irritante.

 

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Beijinhos

 

 

Teorias ou Manias

CLICHÉS DOS FILMES DE TERROR || SEM CONTA

Olá Nossos Devanienses ( E Repetições Sem Conta )!

 

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Casa no meio do nada

Exactamente, nunca se passa na cidade com agitação e stress. Tem de ser sempre no meio de nenhures. Isso pode causar má fama às aldeias. É sempre numa casa no meio do nada. Na zona rural. Inovem esta parte, por favor.

Dá a ideia de isolamento e que nunca irão conseguir ajuda.

 

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Crianças que arrepiam até à alma

Tem mesmo de assustar com criancinhas? Elas deveriam de ser amorosas e educadas. Não deveriam servir para meter medo. Já chega a nova moda de dizerem que a criança apontou para a televisão e disse que morreu ali.

Não usei as crianças para assustar. O resultado será uma população envelhecida. Isso é triste. Pior mesmo é quando usam bebés. Depois dizem que se tem Filhos tarde…

 

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Bonecos assustadores

Quando juntam crianças arrepiantes a bonecos assustadores é a gota de água. Os bonecos servem apenas para decorar e para divertir as crianças. Só. Apenas. Não vale a pena dar mais uso.

 

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Romance em Filmes de Terror

Ou é romance ou é terror. Decidam-se. As duas coisas não conjugam. Então, se metem adolescentes ( são sempre umas antas) é que estraga mesmo a essência.

 

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A protagonista nunca morre

Já estamos carecas de saber que quando alguém é o portagonista não morre. As vezes não morre ninguém, o que é muito triste. A protagonista pode fazer o pino, partir uma perna e tudo mais que não morre. Poderia morrer, pelo menos, no final, mas não morre.

 

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O assassino nunca morre

É muito chato. O assassino não pode ser imortal. Parem com isso. Se o assassino ardeu nas chamas, deixem-no morrer. As vítimas dele morrem, mas ele não. Não é justo. Aliás, nem faz sentido. Levou um tiro bem dado na testa, morre. Simples. Não faz sentido. Não “torna” o filme em algo real. Mais realismo é igual a mais medo. Se o que está a acontecer fizer sentido na cabeça do espectador assusta mais. Faz com que não consiga dormir à noite.

 

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Sem rede no telemóvel

Bravo. Quem diria que no meio do nada não havia rede? Estou fascinada. Nunca pensei nessa hipotese. É um pouco de preconceito, não é mesmo? Não há mesmo rede num zona abandonada e deserta? Quem diria…

 

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O carro não pega

Estou finalmente a sair dali para voltarem para a civilização de onde nunca deveriam ter saído e o carro não pega. Fascinante, o carro quer ficar ali no meio do nada. Acho que toda a gente tem essa brilhante ideia. O carro pega para chegar lá. Para voltar, não pega. Muito interessante… Talvez o carro tenha nascido lá. Estavam ali as suas raízes…

 

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Sempre a cair na fuga

É normal, aquela zona não estava habituada a receber visitas. Porque será? É normal que não seja o sítio mais apropriado para fazer um jogging. Tem umas pedras no caminho. Atrapalha a corrida. Pode até se morrer durante a queda. Isso é muito frustrante para o assassino.

Fujam dos assassinos numa zona citadina. Vão ver que não há tantos obstáculos. Não há tantas pedras no caminho. É mais fácil para fugir.

 

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Usamos um pouco de humor sim para falar de coisas que já nos cansam. Nós adoramos Filmes de Terror e eles já não são tão bons como antigamente. Repetem estes passos e dizem que é um Filme de Terror. No máximo, uma comédia. É para isso que servem os Filmes de Terror recentes.

Nós até nos envolvemos e dizemos à personagem que não nos ouve (deve ser surda) para não ir para ali. Dizemos que vai morrer. E o que ela faz? Não nos ouve. Depois morre. Depois dizem que o telespectador não ajuda. Isso é um preconceito! Nós ajudamos, as personagens é que não nos querem ouvir.

Outro cliché é mesmo esse. Há uma personagem que diz para irem embora, porque tem um mau pressentimento. Ninguém quer saber. Sem novidades em relação a este ponto, não é mesmo? Sem piada, também. Pior mesmo é quando o animal doméstico morre. Isso sim, é de lamentar. Deveriam parar com isso!

Beijinhos

Teorias ou Manias

COISINHAS DA SOCIEDADE || TEORIAS E MANIAS

Olá Nossos Devanienses ( E Coisinhas Sociais )!

 

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Há pouco tempo estava a falar uma Blogueira muito querida, a Martinha sobre a sociedade em geral. A sociedade inventa mil e uma desculpas para não sair da Zona de Conforto que têm. São desculpas esfarrapadas para não evoluirem. Um dos casos é a EDP. A luz é a mesma. A assistência é a mesma. A EDP foi vendia aos chineses. Logo, é uma direcção diferente, umas regras diferentes. É normal.

Porém, parece que têm amnésia. Dizem desculpas do género ” Já estou habituado à EDP. Sou cliente há mais de vinte anos.”. Sim, estavam habituados à EDP Universal, a empresa portuguesa. A EDP Universal não é a EDP Comercial. Não é. A empresa aproveita-se. O povo reclama, mas não arreda pé da empresa. E a empresa aproveita-se.

Depois dizem que as outras empresas de electricidade, até as portuguesas, são novas. Comparadas com muita gente são novas. Não é que as pessoas tenham de mudar. A luz é a mesma como já referi. Não há uma luz mais brilhante num fornecedor e mais baça noutro. Não. Simplesmente, se só o preço varia, a escolha do mais barato deveria ser a escolha. Digo eu que prefiro gastar o dinheiro em comida.

 

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A sociedade inventa desculpas para não sair da zona de conforto. Nem têm de ter o trabalho de sair de casa. Podem fazer uma simulação na DECO e de certeza que um trabalhador porta-a-porta dessa empresa vai passar por vossa casa. Vocês gostam de por o pão na mesa. Esses trabalhadores que andam ao Sol e à Chuva também gostam.

Umas das frases da Martinha que marcou foi ” As coisas estão sempre a mudar e as pessoas não podem e muitas vezes não querem estar a par dessas mudanças. A não ser que seja viral no Facebook.”. A Marta Santos tem muita esperança em relação a Portugal. Eu não tenho. É uma país que vive enraizado nas suas tradições e na sua zona de conforto. Na sua maioria claro.

Falando de nós, Bloggers, e dos Youtubers dizer que são profissões é pavoroso para a maioria. Porém, nos Estados Unidos da América e no Brasil têm a noção que são profissões. Não são profissões tradicionais e acho que é isto que choca. Acredito piamente que seja isso.

 

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Mesmo assim podemos dividir as pessoas em três grupos: As que têm humor, as que não têm humor e as que não estão numa boa fase para aceitar o humor. Isto porque, dum modo geral, eu acredito que Portugal é um país muito pessimista. Não digo que não tenham motivos. Nem está isso em causa. Porém, algumas pessoas nem podem ouvir falar de humor negro.

Outras, pura e simplesmente, não podem ouvir dizer que estão erradas que atacam logo. Fala-se que o leite de vaca faz mal. Ficam furiosas e questionam se comemos ovos como se fosse o mesmo. O meu organismo não está preparado para ovos? É isso? Que esteja preparado, ao menos, para manga e morangos.

É uma sociedade difícil, mas não é má. Têm o seu feitio. Sabem o que é bom para o feitio? Não? Imaginem, gelatina vegan do vosso aroma favorito, leite condensado vegan (é de soja) e fruta da vossa eleição aos pedaços. Fazer a gelatina e misturar com o leite condensado e colocar fruta por cima, fica divinal. Acho que ninguém fica de mau humor com comida.

 

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Ninguém vos obriga a parar de beber leite só porque o vosso organismo não está preparado. Há gelatina sem ser vegan, há leite condensado sem ser de soja. Eu até entendo quem se recusa a parar de beber leite de vaca. O problema disso nem é o leite, são os derivados.

As coisas mais imaginárias têm leite. Talvez seja isso que faça desistir. E se alguém diz que o leite de vaca faz mal, é logo atacado com “Lá está a moda Vegan”. Só por não consumir leite de vaca, vira-se logo Vegan? É mais fácil do que eu pensava.

Deixar de beber leite de vaca, simplesmente, já é um passo para a desintoxicação do organismo. O leite de vaca está muito enraizado no comércio. Só mesmo um Vegan para se desentoxicar a cem por cento.

 

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Lá por eu não comer carne de frango, vocês não têm de deixar de comer. Enjoei, acontece. Digo na brincadeira que não como porque é um animal estúpido. Simplesmente, enjoei. Quem nunca enjoou em relação a uma comida? Deixei de comer quando houve aquele surto de gripe das aves. Talvez tenha sido uma desculpa, pois já não gostava de todo.

Se for regado com muito limão. Tenha simplesmente o sabor do limão, eu como. Adoro limão. Porém, o sabor a frango, dispenso. É mesmo uma questão de sabor.

Em relação ao leite, nunca achei muita piada. Antes de saber do Marketing para escoar o leite que aconteceu há uns bons anos atrás, antes de pensar “Se eu não sou uma vaca, porquê que bebo leite de vaca?”, eu bebi leite por beber. Se for por causa do cálcio, uma folha de alface tem muito mais e sabe muito melhor. Para mim, claro.

 

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O que eu quero dizer com Marketing do leite é que numa das revoluções, havia muito leite que se iria estragar se não fosse vendido. Por isso, tiveram de inventar uma razão para o vender. A razão inventada é que fazia bem. O povo comprou todo o leite e nenhum estragou.

Se quiserem saber mais sobre o maleficio do leite, podem consultar este site. Não é de todo um meio para vocês deixarem de beber leite de vaca. A escolha é vossa. A saúde é vossa. Hoje em dia só aprende quem quer, não é mesmo? Volta a referir algo de extrema importância: o mais difícil não é parar de beber leite de vaca, é parar com os derivados. Porém, parar de beber leite de vaca ajuda imenso à vossa saúde.

São factos. Podem não passar de factos que não mudaram a vossa vida. Porém, se mudar uma vida, ficamos felizes. Sair da zona de conforto, porque não? Foi assim que descobri e adorei os livros de policiais com o Ellery Queen. Lamento que por vezes os trate (são dois primos) no feminino, pois soa-me melhor. Ao saires da zona de conforto, quase de certeza que vais cair. Porém, podes ter a certeza que te vais levantar!

Beijinhos

 

 

 

 

Teorias ou Manias

MARCAS BRANCAS || SIM OU NÃO?

Oá Nossos Devanienses ( E Todo O Tipo De Marcas )!

 

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Há pouco tempo fizemo-vos uma questão no Instagram. Se as marcas brancas e as outras estivessem ao mesmo preço, comprariam produtos de marca branca? As opinões dividiram-se e ainda bem. É disso que é feito o Mundo, não é mesmo?

Marcas por vezes não passam disso mesmo, de marcas. Não podemos negar que há melhores do que outras como em tudo.

No meu caso, nunca compraria produtos de marca branca para a minha pele, nem para o meu cabelo. Perfumes, muito menos. Para produto de lavar a loiça, o meu de eleição é o Fairy. Tirando isso, a marca branca está top.

 

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Se estivessem todos ao mesmo preço ( não dava, eu sei) eu iria variando. Há quem diga que a Coca-cola de marca branca é mais doce, não noto a diferença.

Claro que, de vez em quando, quando estão em promoção, escolho produtos que não são de marca branca. Por vezes, até ficam mais baratos que a marca branca. O relevante para mim é mesmo o total no final.

Tirando categorias especificas das quais já referi, não me faz diferença alguma. Por vezes, o produto de marca branca é melhor. Eu adoro as batatas-fritas do Pingo Doce. São maravilhosas!

Beijinhos

Teorias ou Manias

TRADIÇÕES DESNECESSÁRIAS || TEORIAS E MANIAS

Olá Nossos Devanienses ( E Tradições Tão Desnecessárias )!

 

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Como é de conhecimento geral, quem nasce nas aldeias tem tendência a fumar com tenra idade. A diz nomes feios com menos de cinco anos. É normal. É um facto. Faz parte do quatidiano. E há uns anos atrás (isto pode parecer surreal, mas é verídico), haviam crianças que liam às escondidas. Porque, nas aldeias em geral, ler é perda de tempo. Estamos em pleno século XXI, e nas aldeias há ditos adultos que acham piada as crianças de três anos dizerem palavrões. Como assim? E dão bebidas alcoolicas e riem-se do facto da criança beber.

Está tão enraizado no país que as pessoas acham normal fumar ao pé de crianças. Acham normal fumarem em sítios onde vou estar as crianças (porque na janela não faz mal. Só entra o fumo na mesma. Não sabiam que o fumo entrava? Não sabiam que o fumo se entranha na casa? Poupem-me!). Acham normal abraçarem crianças com a roupa toda empestada de tabaco. É normal as crianças serem fumadores passivos.  É normalíssimo.

Há quem pergunte, em plena redes sociais, se deve ou não fumar dentro do carro com crianças dentro. Vai dizer que não sabe a resposta? Claro que pode. O fumo só se entranha no carro. As crianças acabam por fumar na mesma, mesmo que passivamente. Qual é o mal? É tão normal. Não é possível.

 

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Há tradições que parece impossível alguém se lembrar delas.

Nas cidades há, por exemplo, o São João. Nada de mal, nem de bizarro. Só sardinhas, alho porro e martelinhos. Porquê que as aldeias não imitam e tentam ser evoluídos? Porquê que não criam tradições que não prejudicam?

Os defensores das crianças fumarem no Dia de Reis dizem que não faz mal de vez em quando, porque é tradição. Claro, porque os pulmões não são efectados, por ser uma tradição. Os pulmões distinguem os fumos. Dizem entre si “Este fumo de tabaco é do Dia de Reis, não nos vai fazer mal.”. Como assim?! Quem inventou esta e outras tradições tinha o cérebro avariado. Ou não gostava de crianças e animais em geral. Não é possível.

As touradas. Juro que fico contente ( noventa por cento) quando um Toureiro morre. Menos um a fazer disparates. Como assim? É bonito ver o sofrimento dum touro? Então, também é bonito ver o sofrimento dum Toureiro. Podem dizer que não é o mesmo, mas é. É provarem do próprio veneno.

 

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Há tradições que só alguém muito insano poderia criar. Não é possível!

Há também uma tradição muito bizarra que é colocar uma gata numa caixa e deitar fogo. Acham muito divertido ver a gata fugir. É uma gata! É só o animal mais maravilhoso do Mundo. Quem criou esta tradição foi alguém muito invejoso.

São tradições completamente aberrantes. Porquê?! Qual é o divertimento de prejudicar? Não entendemos. Já estas três tradições são sinistras. Sádicas. Devemos afirmar que quem gosta, deve procurar ajuda médica urgentemente.

Por Deus, há tradições tão boas como o São João e tudo mais. Porquê que existem estas tradições aldeãs sem nexo algum? Que se vê e se pensa como é que possível alguém ter alinhado. É revoltante. É triste. Porém, não quer dizer que as aldeias tenham o direito ( como fazem) de roubarem as tradições das cidades como o São João.

Beijinhos

Teorias ou Manias

DESINFORMAÇÃO JORNALISTICA || ALDEIA GLOBAL

Olá Nossos Devanienses ( E Santa Desinformação Que Tantos Acreditam )!

 

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“Parece incrível!”. Infelizmente é isto que vende. É verdade? Pouco ou nada importa. Desde que se acredite.

Exactamente com nas aldeias. Os aldeões quando não sabem sobre a vida dos outros, inventam. É preconceito dizer isto de quem nasceu na aldeia? É preconceito dizer que os aldeões adoram circo e sangue em praça pública? E o que é um grupo de aldeões olharem fixamente para a casa do vizinho por mais de meia hora? É o dever do aldeão? Não entendemos, nem pertendemos entender.

O jornalismo é mesmo assim. É o que vende. É o que dá o tóxico que põe o pão na mesma. No caso dos aldeões é, na cabeça deles, a missão da vida deles.  Uma menina disse-me que não se importava que olhassem fixamente para a casa dela, porque haviam pessoas sem nada para fazer. E lavar uma loiça?! E ler um livro? Pois, dizer que eles são assim é preconceito. É o Mundo que temos…

 

 

O ilustre Youtuber Felipe Neto afirmou “Recebi um total de ZERO ligações de jornalistas tentando apurar o facto, mas a maioria dos veículos publicou mesmo assim.”. Não é de hoje esta desinformação jornalística. O povo acredita, é o que importa. Hoje em dia é que importa. Exactamente como o “Lápis Azul”.

E o Youtuber afirma uma verdade muito dura numa linha anterior “Hoje em dia está cagaaaaaaaaaaaaaaaaaaaando se algo é verdade ou não, desde que renda clique.”. Esta verdade é muito antiga.

Eu não vejo televisão porque simplesmente não acredito. Isso é triste. A minha televisão avariou por falta de uso. Nós tropeçamos diariamente em notícias falsas só para dar dinheiro. Quantas vezes já lemos que o Camilo de Oliveira morreu? É muito triste, mesmo.

 

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Uma amiga minha já pegou em dois jornais. Num tinha uma notícia. No outro jornal não tinha essa mesma notícia. Procurou outra notícia em ambos os jornais. Estavam escritas duas histórias diferentes da mesma notícia. Como assim?! O dinheiro é o pior veneno e mais útil da humanidade.

Os jornalistas só escrevem o que o povo quer ler. O que rende. O povo quer ler desgraça. Não quer saber se é verdade. Não vale a pena dizer que é mentira. São as notícias más que são mais vistas. As verdadeiras e as falsas. Acho que isso quer dizer muita coisa.

Basta um nome sonante que vende. Pode estragar a vida da pessoa, mas o que importa? O importante é que a notícia venda. Infelizmente, o Mundo está assim. Estragar a vida da pessoa é secundário. Como assim?! O importante é o lucro. É verdade? NÃO IMPORTA! É triste, muito triste.

Beijinhos

 

 

Teorias ou Manias

“TÔ XIM” || TEORIAS OU MANIAS

Olá Nossos Devanienses ( E Manias Antigas )!

 

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Quem é dos anos noventa, deve-se lembrar desta publicidada da Telecel. Actual Vodafone. Este anúncio do “Tô Xim. É para mim?” é de mil novecentos e noventa e cinco. Lógico que ele queria dizer “Estou sim.”, mas era para dar ênfase ao tipo de pessoa que atendeu. Para ser engraçado. Só mesmo para ser engraçado.

Porém, levaram mais a sério. Ainda hoje há quem atenda com “Estou sim” (ou “Tô xim” se quiserem inventar duas palavras novas se é que me entendem…). Passaram-se vinte e três anos e ainda há pessoas a atenderem assim. É irritante, da nossa parte falo. Ou “Estou”. Pior ainda, “Tô” ( a mania de inventarem palavras).

Está mesmo? Confirme, por favor, se está. Se calhar não está.  Confirme, por gentileza. Há tantas maneiras mais bonitas de atender. É como ligar para um telefone e perguntar se a pessoa está em casa. É um telefone, logo é fixo! Há quem tenha a mania de chamar de telefone ao telemóvel, mas isso é outra moda.

Há quem use “Estou sim” no voicemail. Que mais engraçado. Deveria ser “Estou não”. Um pouco de humor, por gentileza. É estranho como isto se enraizou. Portugal é um país de hábitos e de zonas de conforto muito fortalecidos por décadas. A publicidade está bem feita, só foi levada longe de mais…

Beijinhos